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Fotografia

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Casal viaja o mundo captando imagens que unem geometria, design, estilo e arquitetura

“Não é suficiente tirar uma foto de um lugar bonito. A imagem precisa contar algo, sem a necessidade de usar palavras para isso”, disse o fotógrafo Daniel Rueda que embarca numa viagem com a designer Anna Devis, de Valência na Espanha, com o objetivo de fazer fotos que mesclam estilo com arquitetura.

O casal sempre tenta interagir com o cenário, fazendo com que pareçam se encaixar perfeitamente na estrutura que está sendo fotografada. São imagens dignas de um ótimo fotografo com a ajuda de uma ótima designer.
É entre portas, paredes, portões e muros que toda a mágica acontece. São cores, formas, texturas, tudo em harmonia.
Confira a arte do casal:
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ComportamentoCriatividadeFotografiaReflexões

Fotógrafo apaga smartphones de suas fotos para mostrar como estamos distantes uns dos outros

A tecnologia é uma fiel amiga do homem, aquela que facilita a vida de várias maneiras. Mas infelizmente isso não quer dizer que ela não vem acompanhada de problemas, e os smartphones são um ótimo exemplo disso.

Basta prestar atenção naquela típica frase que você já deve ter falado para um amigo: “Brother, larga o telefone, tá geral falando contigo”. Provavelmente não só falou, mas também já ouviu.

A verdade dói, mas é essencial.

É importante ser sincero consigo e assumir que o telefone apesar de bom, pode fazer com que perca diversos momentos. Reconhecer isso é uma grande evolução, já que provavelmente você fará o uso mais consciente.

Para as pessoas que não conseguem entender isso, bem, imagens valem mais do que palavras.

Inspirado nisso que o fotógrafo nova-iorquino, Eric Pickersgrill fez suas imagens. Pensando no conceito que o smartphone afasta as pessoas umas das outras, Eric teve uma ideia simples e genial que deixa isso bem claro. Ele removeu os smartphones dos usuários em suas fotos e mostrou como realmente perdemos tempo e momentos dando muita atenção para uma caixinha em nossas mãos.

Veja para crer. Depois, se conscientize e faça o uso correto do seu smartphone.

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CriatividadeFotografiaViagens

Mirante em resort japonês permite que hóspedes fiquem acima das nuvens

Uma viagem de avião já é capaz de trazer uma experiência sem igual quando falamos de nuvens. A sensação de estar por cima delas e ver aquele mar de “algodão doce” é única. Inclusive, não é atoa que existem muitas fotos da janela do avião por aí.

Agora, imaginem a possibilidade de tomar uma cerveja e jogar assunto fora com os amigos em um lugar praticamente no meio das nuvens? Bem, no Japão existe essa possibilidade.

O resort de esqui Alpha Resort Tomamu, no distrito de Yufutsu, fica entre montanhas e nuvens e possui um mirante que fica 1000 metros acima do nível do mar. Chamado de Unkai Terrace ou Terraço Unkaimar de nuvens, em japonês – o mirante não é exclusividade dos hóspedes e aceita visitas de outros turistas, mas é necessário um pouco de sorte, já que depende das condições climáticas para as nuvens aparecerem.

Para chegar ao local, é preciso fazer uma viagem rápida de aproximadamente 13 minutos num teleférico.

E se você tiver medo de altura, vá mesmo assim, afinal, acha que vale a pena perder esse visual ao vivo?

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ComportamentoCriatividadeFotografiaReflexões

I Hate Flash + Brechó Replay fazem campanha para conscientizar homens sobre Novembro azul

Novembro Azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de Novembro dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, com o objetivo de conscientizar a respeito de doenças masculinas, destacando a prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Em Novembro do ano passado, a Sociedade Brasileira de Urologia divulgou uma pesquisa realizada pelo instituto Datafolha sobre a percepção masculina em relação ao câncer de próstata e o temido exame de toque. Apesar de 76% dos entrevistados terem ciência deste tipo de detecção, somente 32% já o fizeram.

Um número um tanto quanto preocupante, que deixa claro que câncer de próstata ainda é visto como um grande tabu no sexo masculino, tornando alguns homens vulneráveis até mesmo a uma doença mortal.O homem machista tem medo de assumir as suas fragilidades, seja realizando um exame no reto ou até mesmo em um momento mais emocional. Ele é capaz de pôr sua vida em risco para não deixar de ser o “homem macho”, perder sua “virilidade” e até mesmo sua respectiva “dignidade”. Vamos combinar que além de ser um pensamento retrógrado pode te dar um caixão de brinde.

Levando em consideração toda essa construção feita pelo machismo, o I Hate Flash e o Brechó Replay fizeram juntos uma campanha com o objetivo de quebrar esse tabu masculino. As fotos foram feitas pelo fotógrafo Lucas Sá e o texto foi escrito pelo Pedro Willmersdorf. As imagens são carregadas de azul e com direito a famosos do Rap carioca (como BK e Brill), enquanto o texto escrito por eles é carregado de conceito, confere aí:

 

” I Hate Flash + Brechó Replay colocando de lado o estereótipo masculino para mostrar a fragilidade do homem no mês de conscientização do câncer de próstata e outras doenças negligenciadas pela classe.

São mais de 60 mil casos novos por ano. São mais de 13 mil mortes no mesmo período. É a segunda doença com maior incidência em homens brasileiros. Ao mesmo tempo, em 95% dos casos diagnosticados precocemente a cura é atingida, segundo dados atualizados do Ministério da Saúde. Basta se tocar e ser tocado. Literal e fisicamente.

Mas antes de entrar no consultório e enfrentar o câncer de próstata com coragem, o homem precisa consultar a si mesmo, consultar seus preconceitos, seus conceitos e seus medos. Campanhas são bem-vindas, como o Novembro Azul. Movimento que utiliza exatamente um símbolo cromático que representa o que há de mais arcaico para exibir a fragilidade de cada um de nós, homens.

Antes de tirar nossa roupa diante do médico, precisamos nos despir de estereótipos que se transformam em barreiras, nos cegando diante de uma doença que mata.
Ela mata o hetero, o gay, o trans, o fluid gender. O câncer, não é azul, nem rosa.

Iniciativas como o Novembro Azul, do Instituto Lado a Lado pela Vida, ou a arrecadação conquistada pela ONG Rio Abrace na nossa campanha anterior, são pedras fundamentais nesta batalha diária. Seja seu pai, seu irmão, seja executivo, operário ou taxista. Seja você, seu melhor amigo, seu crush ou seu namorado. Seja consciente. Não seja uma estatística.”


*Confira o post na íntegra com mais fotos

 

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CriatividadeFotografia

Fotógrafo registra Via Láctea no maior deserto de sal do mundo

Assim como o Deserto de Atacama, no Chile, o Salar de Uyuni, localizado na Bolívia, é um ótimo destino para quem tem o sonho de contemplar a imensidão do universo. Famoso pelo gigante espelho d’água que se forma no período das chuvas, o salar, que surpreende pelas paisagens surreais, é considerado a maior planície de sal do mundo.

Sabendo disso, em maio desse ano, o fotógrafo russo, Daniel Kordan, especializado em fotos de paisagens e natureza, viajou até o lugar para fazer alguns registros. Usando uma Nikon D810A, câmera perfeita para quem se dedica a astrofotografia, o artista conseguiu capturar nossa galáxia de uma maneira ainda mais sensacional.

Veja as imagens e viaje para o espaço:

Kordan já fotografou também as incríveis florestas de bambu no Japão e as montanhas incríveis do Canadá. Confira mais do seu trabalho no site dele ou no seu próprio Instagram (@danielkordan).

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ComportamentoCriatividadeFotografiaReflexões

Aceite-se: como sair de trás da câmera ajudou a minha autoestima

Ontem me vi no espelho do elevador e fiquei surpresa. Estou evitando encarar meu próprio reflexo e qualquer coisa que reproduza a minha imagem. Isso não é a toa. Engordei e as roupas fazem o favor de me lembrar toda vez que entram.

O reflexo pelo menos consigo evitar, mas hoje, não. Não consegui fugir e tive que encarar a minha imagem, a representação de uma pessoa que, por vezes, não reconheço. Alguém que não sou eu, mas sou eu. me sinto uma estranha no ninho, uma esquisita com uma placa piscando “tô acima do peso”.

E por que isso? Por que não consigo aceitar que, sim, tive alguns deslizes acidentais e outros conscientes? Que engordar faz parte do processo chamado “viver”? Que ser gorda ou magra não faz a menor diferença?

O que acontece é que há dias em que cedo ao que os outros vão pensar de mim. Esqueço do que eu quero e de quem eu sou. Uma perda de identidade tão sufocante que abdico das minhas vontades por “estar gorda”. Isso tudo é ridículo e sinto que estou traindo todas as coisas que desconstruí até agora. Mas aí lembro que sou humana, lembro que sou de carne e osso. “Skin and bones, don’t you know? I’m just skin and bones”.

Nesse processo de aceitação — mais do que isso, de retomada do amor próprio —, um amigo meu me convidou para participar de um de seus projetos fotográficos. Conheço o Pedro desde 2005 e, a princípio, não tive medo de aceitar a sua proposta. Para mim, que costumo ficar atrás das lentes, parece desafiador servir de modelo para alguém, mas o objetivo era maior do que “ser modelo para alguém”. A ideia dele era despir os meus medos, o desconforto com o próprio corpo e, com o resultado, conseguir me enxergar de uma outra maneira.

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No dia, peguei o ônibus e fui para Botafogo encontrá-lo na hora marcada. Sabia que haveria uma lente captando cada imperfeição do meu corpo. Sabia que atrás do viewfinder haveria uma pessoa observando e sentindo tudo. Sabia que diante da câmera estaria uma pessoa cheia de complexos e histórias de frustração que envolvem a minha imagem. Mas fui, me entreguei àquilo e não tive medo de tirar a roupa. Fiz porque quis, em nenhum momento isso foi ordenado por alguém. Mesmo detestando meus seios, mesmo sabendo das celulites no quadril, eu fiquei nua e, para minha surpresa, não me senti mal com isso.

Muitos fatores contaram para que essa experiência não fosse traumática. Primeiro, porque o fotógrafo era o Pedro, conheço e confio nele, caso contrário nem estaria ali. Segundo, porque achei a ideia incrível, seria bom para ele e também para mim. o terceiro motivo, só iria descobrir quando vi o resultado final. Fotografias de uma menina tão bonita, tão singular. a menina era eu.

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Ninguém precisou me dizer, ninguém teve que me elogiar, até porque não sei lidar bem com isso, raramente acredito. Foram meus olhos que me disseram que aquela ali era eu, era eu linda, era eu nua e feliz na minha própria pele. Os defeitos se tornaram nota de rodapé perto do que aquilo representou para mim. Não era um ensaio sensual, era um balde de amor próprio para beber sempre que o reflexo do espelho me incomodasse. Nem todos os likes do mundo valeriam o que o meu coração disse, e com essa experiência, ele falou: Milena, você é linda assim, do jeito que você é.

Nunca acreditei quando meus namorados diziam isso. Sempre descartei a opinião dos amigos. Mas o Pedro conseguiu fazer com que eu visse quem eu era, com que eu visse a minha beleza naquelas fotos. Para mim, os frames não captaram apenas um corpo, um rosto, uma mulher. Nas imagens, eu vi a minha alma e isso não vende nas revistas das bancas ou nos cosméticos das farmácias. É questão de perspectiva e, sobre tudo, sensibilidade.

Hoje, me vi no espelho do elevador e não me surpreendi. Não me comparei com ninguém, não competi com um ideal inalcançável para a minha realidade.

Respirei e entendi: eu e todas as mulheres somos lindas do jeito que somos, não adianta as tentativas de nos convencerem o contrário.

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CriatividadeDestinosFotografiaViagens

The Atlas Of Beauty – Romena fotografa mulheres do mundo todo para mostrar a beleza da diversidade

O mundo é repleto de diferenças, diferenças que muita das vezes são abordadas de forma errada. De modo que alimenta o preconceito e a intolerância, limitando a nossa forma de ver o mundo e impedindo a valorização da diversidade.

Mas indo contra isso, existem pessoas como a Mihaela Noroc, uma fotógrafa romena de 30 anos, que largou o trabalho em 2013 para viajar pelo mundo, fotografando mulheres de diversos países com o objetivo de celebrar as diferenças, revelando como é lindo não ser igual.

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Em 3 anos de viagem a artista já passou por 50 países, registrando e ouvindo as histórias das mulheres fotografadas. Através dessa experiência, ela tenta passar toda autencidade de cada país, de cada história e de cada mulher.

A série de imagens virou um fantástico projeto, chamado de The Atlas of Beauty (O Atlas da Beleza), como ela mesma conta:

“Nos últimos anos eu trabalhei duro, salvei algum dinheiro e iniciei o projeto da minha vida: The Atlas of Beauty.

Através da minha fotografia eu quero capturar essa sensação de calor e serenidade que é específica das mulheres. Eu quero equilibrar toda a negatividade que vemos sobre elas nas mídias.

Acho que as pessoas deveriam ser mais conscientes sobre outras culturas e sobre o que a beleza pode nos ensinar: a ser mais tolerante.

Beleza para mim significa diversidade e eu viajo o mundo para descobri-la. Da Europa Ocidental até as tribos africanas, do Rio de Janeiro até a China, eu tento captar, nas minhas fotos, rostos naturais e diversidade. Na minha opinião, beleza significa manter vivas suas origens e sua cultura. Para ser único, sincero, autêntico, particular, não é necessário moda. 

Eu quero fazer deste atlas uma inspiração para todas as mulheres que tentam ser elas mesmas”. 

Confira o vídeo do projeto, e as lindas imagens em nossa galeria ou no facebook da artista.

 

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CriatividadeFotografia

Com o pé na Terra, ensaio autoral e empoderado confronta a fantasia com a realidade

Depois de 3 longos anos esperando para achar as pessoas certas, o local certo e o momento certo, podemos afirmar que Juh Almeida sabe muito bem quando e como as coisas devem ser feitas.

Nascida em Catu, interior da Bahia, Juh é uma mulher negra e forte, que se prepara para enfrentar os problemas da vida com firmeza e atitude.

Eu mesclo muito vida e obra, e esse projeto fala basicamente da minha vivência como mulher negra, vinda do interior que chega cheia de fantasias e sonhos, e no final coloca os pés no chão, na Terra, no firme e começa a enfrentar a realidade como ela é.

E é isso que ela busca passar em seu ensaio autoral “Elemento Terra”. Um ensaio com muita personalidade e que deixa claro em cada imagem sua mensagem. Repleto por tons terrosos e com muita representatividade e talento, cada foto revela um pouco da relação primária com o chão, com a terra.

Confira algumas fotos na galeria abaixo, ou o ensaio na íntegra no facebook da artista.

Projeto fotográfico Autoral: Juh Almeida – Photography @filmesefotosporjuh/ @juh_fotografia
Assistente de fotografia: Rayana Azevêdo
Maquiagem e produção: Hávata West / Hávata Serena – Makeup
Modelos: Luma Nascimento Ilka Cyana Hebert GonçalvesHannah Macedo Jardele Fagundes Nilzelly Caroline

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CriatividadeDestinosFotografiaViagens

O olhar de Dom – Eslôvenia

Du Vanzella e Miriam Kimura vivem em Londrina, no Paraná (inclusive foi lá que os conheci). Eles fazem o tipo de casal de cinema, apaixonados e prometidos um ao outro. Quando os conheci foi como acreditar em uma coisa que nem eu acredito, amor. Com uma simples troca de ideia eles realmente te fazem acreditar que é sim possível pessoas terem almas gêmeas, é bizarro.

E a gente sabe que do amor só surge coisa boa, né? Daí surgiu a Dom, uma união de dois amores, fotografia e um casamento.

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A fotografia entrou em nossas vidas por acaso e não queremos que saia nunca mais!
Acreditamos que essa mistura e nossa vontade de sempre buscar algo novo é o que nos motiva a transmitir nossos sentimentos e emoções cada vez mais na fotografia.
O Nome Dom significa “Presente”.
Levamos isso ao pé da letra, pois entendemos que Deus nos deu um presente de poder transmitir emoções e sentimentos por meio da fotografia e, assim, presentear a quem está à nossa volta.

Não é lindo isso?

E eles transmitem isso muito bem nos ensaios que publicam aqui, no blog deles.

Desde que começaram a namorar, estavam envolvidos com produções de foto e vídeo. O Du é formado em Direito e Artes Visuais, com um pezinho em Arquitetura, e a Miriam é formada em Turismo e Artes Visuais. Tudo bem interligado, né?

E claro, não esquecendo que são apaixonados por viagem.

Com isso, o casal conheceu Anže Osterman (fotógrafo) e Nejc Miljak (videomaker) da Eslovênia há uns 2 anos atrás, pela internet. Conversavam todos os dias e ficaram amigos. A partir daí receberam um convite por eles para conhecer o seu país. E quem vai recusar um convite desses, não é verdade?

E lá foram eles, conhecer a Eslovênia. Os eslovenos apresentaram quase todo o país, desde as montanhas até as praias.

E como de praxe, Du e Miriam não esqueceram a câmera e registraram tudo, captando imagens impressionantes, que podem fazer qualquer praieiro ter vontade imediata de seguir viagem para lá.

Aqui também tem o post na integra, além do facebook e do instagram da Dom.

Confere ai, ta incrível:

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ArteCriatividadeFotografia

O talento dos bailarinos cubanos, pela lente de Omar Robles

Cuba é conhecida mundialmente por sua tradição na dança, tendo, inclusive, companhias de balé que figuram entre as melhores do mundo.

Sabendo disso, o fotógrafo apaixonado por dança, Omar Robles, sonhava em visitar a ilha e conhecer de perto o talento dos bailarinos caribenhos.

Quando o encontro aconteceu, resultou-se numa incrível série fotográfica, que busca, além de registrar os movimentos artísticos, inserir os bailarinos no contexto social a que fazem parte. Uma visão sempre presente nos trabalhos do fotógrafo, que procura contrapor a leveza da dança com a dureza do cenário urbano.

Ao fotografar a relação da arte com a rua, Robles revela um pouco do segredo da força do balé cubano. Inserindo questionamentos que transpassam a dança e a arte.

Veja algumas das fotos e acompanhe o trabalho do artista em seu instagram:

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CriatividadeFotografia

Aspen, um cão celebridade do Instagram

Aspen é um fotogênico Golden Retriever, adotado com 6 meses pelo talentoso fotógrafo, Hunter Lawrence, e sua esposa. A família vive em Denver, no Colorado, onde Hunter disse, em entrevista ao Dailymail, ser um cenário perfeito para Aspen “porque ele ama rios, lagos, caminhadas e neve.” É um total cão aventureiro.

Inicialmente o casal foi relutante em criar um perfil na rede social para o animal, mas acabaram cedendo depois que perceberam que tinham um fiel e artista companheiro nas aventuras entre o EUA e o Canadá.

O Instagram já conta com 165 mil seguidores e revela, a cada foto, um pouco das incríveis paisagens do norte americano. Unidas ao talento do fotógrafo, os registros de Aspen despertam o desejo de sair viajando pelo mundo com um cachorro. Mesmo que você não tenha um, como eu. :/

Veja algumas das fotos e sinta a vontade de ser adotado também:

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Aspen e sua famíla, Sarah e Hunter

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Continue viajando através do instagram de Aspen, ou pelo seu snapchat: aspen_thepup

 

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