Somos 7 bilhões de pessoas no mundo.

7 bilhões de formas de viver em um planeta, que passeia em um universo indecifrável e sem limites.
7 bilhões de formas de dançar, de comer, de falar, de sorrir.

Estamos unidos pelo tempo, espaço e espécie. Compartilhamos semelhanças, mas somos livres pelas diferenças. Libertos pela diversidade que nos permite ser único entre bilhões. Únicos, mas não absolutos.

Somos seres sociais.

Precisamos um do outro. Precisamos estar próximo ao outro. Vivemos por relações. Conversamos, nos beijamos, rimos juntos e dançamos a dois. Ou a vinte. Afinal, pra que contar?

O diferente nos enriquece.

Mas para que essa riqueza de personalidades e culturas nos fortaleça, é preciso quebrar barreiras para aceitar a diversidade que há no mundo. Quebrar nossas censuras, nossos preconceitos e enxergar a vida além de limites sociais, históricos ou geográficos demarcados pelo homem. E pela mulher.

Você já fez isso hoje?

Pode ser uma barreira pessoal como aceitar seu corpo, mesmo que ele fuja do padrão tradicional de beleza. Ou permite-se dançar, mesmo que a maioria diga que você ‘não sabe’.

Pode ser uma barreira relacionada ao próximo, como aceitar a sexualidade do seu amigo de infância. Ou não olhar torto para o cabelo roxo da sua colega de trabalho, quando o atual senso comum não considera normal.

Pode ser uma barreira ideológica, como reconhecer a religião do outro como tão sagrada quanto a sua. Ou aceitar que não ter religião também é uma opção.

Pode ser uma barreira da sua rotina. Como ir a um restaurante diferente e experimentar uma culinária da qual nunca provou. Ou fazer algo que você sempre teve vontade, mas a falta de coragem ou companhia sempre lhe impediu.

Quebrar barreiras pode ser questionar mais do que simplesmente aceitar. Ou pode ser ouvir mais do que falar também. Pode ser quebrar a barreira do ego e usar a empatia para compreender uma opinião divergente da sua.

Quebrar barreiras é entender que não faz sentido elas existirem.

É acolher a diversidade e se desapegar da ideia de que só há uma forma verdadeira de viver.
É não represar a diversidade que há em você e no mundo.

Quebre barreiras e se permita descobrir as 7 bilhões de caras do mundo.