O que somos e o que queremos?

O “Caras do Mundo” é um projeto digital e colaborativo, que através de multieditorias, tem a missão de abordar a cultura do Brasil e do mundo, impulsionando o conhecimento democrático,
a troca de experiências e a valorização da diversidade
.

Mais do que uma iniciativa digital, o CdM quer contribuir para o rompimento de preconceitos e estereótipos através de um grupo de colaboradores com interesses e personalidades distintas, dispostos a disseminar informação e opinião, sempre com conteúdo e respeito.

Dentre os nossos valores, destacam-se:

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Idealizadores

Somos três publicitários cariocas, estudamos juntos e fomos partes essenciais na quebra de barreiras de cada um. Apostamos no projeto porque acreditamos que a amizade que se formou tenha força para nos levar além de bares do Rio e mochilões pelo mundo.

ALLUAN LUCAS
Publicitário, designer, mochileiro, capricorniano, católico, botafoguense e uma penca de outros rótulos conquistados em 24 anos de turnê pelo mundo. Praticante do deboísmo, acredita no poder da mediação e da comunicação não violenta. Defende frascos e comprimidos, e se apaixona muito fácil por projetos que buscam estimular a defesa e a valorização da diversidade humana e cultural. /FORA TEMER

RAPHAEL BUENO
Publicitário nascido e criado na Zona Norte do Rio, mas que se diz ser do mundo. É movido por arte, fotografia, música e muito skate. Já foi garçom, músico, vendedor, designer e hoje é gerente de um e-commerce de roupas. Mas acima disso, por sorte, hoje ele é tudo sempre quis ser.

VITOR DUARTE
Filho de mãe nordestina e avós portugueses, nasceu em Nilópolis, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, em pleno dia do Índio. Seu primeiro emprego foi como recepcionista em um hostel, a primeira grande experiência que serviu para abrir a cabeça. Formado em publicidade, hoje atua como planejamento em uma agência digital. Mais do que na premissa do CdM, acredita no mundo e por isso não perde uma oportunidade de explorar novas “caras” dele.

Como surgiu a ideia?

Com primeiras conversas sobre o assunto em 2014, a ideia foi se desenvolvendo aos poucos, inicialmente como um blog de viagens, após um mochilão bem sucedido (e muito divertido). Com tantas histórias e novas experiências, nós queríamos um lugar para compartilhar isso. 

Mas depois de alguns bares, cervejas, caipirinhas e muita conversa, o projeto foi tomando outra dimensão. Vimos que o tanto de ideias que foram surgindo não cabiam só em relatos de viagens e que o projeto não só podia, como devia ter uma missão ainda maior.

Descobrimos que enxergar a dimensão da diversidade do mundo é uma ferramenta que inspira muito mais ações do que simplesmente querer viajar.

Por que ‘Caras do Mundo’?

O nome ‘Caras do Mundo’ surgiu como uma brincadeira entre a relação de “cara” como gíria carioca, de onde são os idealizadores, e a premissa do projeto de apresentar diversas facetas do mundo.

Todos são “caras”. Todos possuem “caras”. E o projeto pretende revelar, apresentar e respeitar todas as “caras” que existem e aquelas que ainda vão surgir.

Por que o projeto é importante?

Acreditamos que é importante fortalecer a bandeira da diversidade, de todas as formas e em todos canais possíveis. Principalmente no digital, onde a intolerância se propaga com facilidade.

Muitas vezes, temos a falsa sensação de que a internet só aproxima pessoas e facilita diálogos, mas nem sempre é assim. A tecnologia nos deu voz, mas não nos ensinou a conversar. Crescemos em uma sociedade ainda presa a muitos preconceitos que insistem em ditar como devemos viver.

Uma sociedade enraizada com preconceitos com raças, gêneros, culturas ou o simples existir de pessoas diferentes. E é a partir desse cenário que o CdM encontra sua missão.

O mundo tem 7 bilhões de pessoas, acreditar que só exista uma forma de viver, é no mínimo um pensamento meio louco e muito prepotente. Nós queremos ser mediadores dessa loucura que se revela cada vez mais polarizada, porque acreditamos e apostamos que valorizar a diversidade dessas “caras do mundo” é um caminho para sairmos de nossas caixas, de nossas censuras, de nossas ditaduras.

Como pretendem fazer isso?

Apostamos no conhecimento cultural e na colaboração.

Queremos, através de uma rede de colaboradores alinhados à missão do projeto, oferecer informação sobre diversos assuntos, de diversos lugares e sob diversos pontos de vista. Acreditamos que essa diversidade inspire a reflexão e a quebra de preconceitos.

Buscamos contribuir em uma transformação social, mas sabemos claramente que a mudança começa a partir da reflexão de cada pessoa que se compromete, a partir de si, na construção de um país, de um mundo com mais pontes e menos fronteiras.

E é por isso também que apresentamos e estimulamos dois grandes caminhos que consideramos essenciais para a quebra de barreiras: viagens e experiências.

Não deve ser necessário conhecer todos os países do mundo ou viver todas experiências inimagináveis para entender que cada canto do globo tem seu valor, mas a oportunidade de viajar, de conhecer e experimentar culturas diferentes da que se está acomodado, deve ser encarado como algo transformador.

Sair da rotina, sair do modo automático e mergulhar numa nova cultura é entender que existem diversas formas de levar a vida tão possíveis quanto a forma que você acha correto. Além de quebrar uma barreira geográfica, é quebrar uma barreira sócio-cultural. É ter a chance de quebrar preconceitos e estereótipos, barreiras que nos impendem de enxergar a beleza da diversidade.

Como diz Amyr Klink, um viajante brasileiro:

“Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.”

E aí? Vamos juntos?