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ComportamentoReflexões

A morte inesperada mais uma vez nos dá um recado

Como a maioria infelizmente já sabe, na tarde desta quinta-feira (15/09), vivenciamos um acontecimento que deixou boa parte do Brasil de luto. O ator Domingos Montagner ficou desaparecido depois de entrar nas águas do Rio São Francisco, na cidade de Canindé de São Francisco, em Sergipe, após gravações de cenas da novela das 9 da Globo, Velho Chico.

Mais tarde, a notícia de que o corpo foi encontrado foi dada ao vivo na Globo pela jornalista Renata Vasconcellos, do Jornal Nacional, pouco depois das 18h. Montagner tinha 54 anos, era casado havia quinze anos com Luciana Lima e tinha três filhos.

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Após a notícia, logo vem aquela sensação de impotência.

A gente começa a perceber que a morte, o amor e o tempo ninguém controla.

Acontecimentos inesperados como esse, sempre nos dão a noção de como somos vulneráveis e como a morte pode vir de maneiras e em momentos completamente aleatórios da nossa vida. É possível sentir isso quando perdemos alguém próximo, alguém que está no nosso cotidiano ou até mesmo que simplesmente passa por nossas vidas.

Logo, acompanhar um ator que gravava uma novela da Globo que não acabou, e que agora simplesmente não gravará mais, deixa claro para o Brasil inteiro, como a morte é incerta e não tem data marcada para acontecer.

Lamentamos muito o ocorrido e queremos alertar sobre um importante ponto que se pode tirar disso tudo.

Viva mais, ame mais

Estamos a todo tempo acumulando conflitos, problemas e diversas coisas que tomam completamente nosso tempo e que nos impendem de vivenciar diversos momentos. Às vezes esquecemos de amar, de fazer o bem e até mesmo transparecer felicidade.

São coisas simples que podemos fazer para mudar esse quadro.

Quem sabe visitar nossas mães, fazer uma companhia a um amigo, aproveitar o tempo vago para apostar em nossos sonhos, dar bom dia para aquela pessoa que vive no seu cotidiano, entre diversas outras possibilidades semelhantes.

É aproveitar os momentos e relevar mais um pouco os problemas. É remover a cara emburrada da manhã e substituir por um sorriso. É trocar o nariz em pé por um bom dia. E quem sabe até mesmo deixar o “deixa para amanhã” de lado e fazer hoje. Afinal, é só com situações como essa que nos damos conta de que a qualquer momento podemos partir.

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Quando a morte bate na porta não importa mais orgulho, preconceito, vaidade, barreiras, opiniões, nada disso é levado é consideração.

Aproveite seu tempo para amar quem nos ama, estar ao lado de que quem quer nosso bem e deixar cada um viver sua história da sua maneira, já que cada história é importante para o mundo inteiro.

O tempo passa rápido, a vida também. Só não deixe que a morte te impeça de fazer a sua história.

Muita paz, Domingos!

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Raphael Bueno

O autor Raphael Bueno

​Suburbano do mundo, publicitário por opção e skatista nas horas vagas. Tem como bordão a frase “só vamo”, registra momentos com lentes e tem como par romântico o fone de ouvido. Está sempre a procura de lugares atípicos, companhias aleatórias e trocas memoráveis.

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